| Sennheiser em digressão com os HIM |
| Desde que irromperam na pop internacional em 1994, os finlandeses HIM ganharam projecção mundial com a sua marca única daquilo que os próprios descrevem como “love metal”. Para a digressão mundial de 2010, os HIM levaram consigo uma extensa colecção de microfones Sennheiser evolution e monitores pessoais sem fios Sennheiser evolution G3. |
| 20.06.2010 |
| A selecção de microfones que está a ser usada pelos HIM inclui o microfone de condensador e965 para as vozes principais; o e935 dinâmico para as vozes de coro; vários e902, e904 e e905 na bateria; e ainda e906 para captar as guitarras. A escolha dos microfones Sennheiser foi feita depois de extensos “blind-tests” de comparação com outros microfones para captação de som ao vivo. Pasi Hara, director de produção e técnico de monitores da banda, e Brad Divens, técnico de som de frente, trabalham incansavelmente para captar as actuações dos HIM com o maior impacto possível. O vocalista e fundador dos HIM, Ville Valo, tem, segundo as palavras de Hara, “experimentado praticamente todos os microfones de captação de vozes para som ao vivo que se fabricam. Temos vindo a mudar de microfones há vários anos. Ville é um vocalista com muita dinâmica e queríamos algo que soasse linear e natural para captar toda a sua actuação. Quase que nos decidimos por um Neumann KMS 105, que tem um som extraordinário, mas continuávamos a ter muita contaminação vinda do backline”. O responsável da Sennheiser pela relação com os artistas na Europa, Pierre Morant, decidiu então aceitar o desafio para encontrar um microfone que fosse a solução perfeita. “Foi-nos sugerido o Sennheiser e965, que tem um som muito semelhante ao KMS 105”, conta Hara. “E acabou por ser mostrar bastante mais adequado devido aos níveis de SPL que temos em palco. O baterista Mika Karppinen bate bem forte e o e965 faz um excelente trabalho ao manter esse som afastado das vozes. A melhor parte de trabalhar com a equipa de Relações Globais da Sennheiser é o excelente suporte de bastidores que nos fornecem”, afirma. Os técnicos experimentaram também os Sennheiser super-cardióides e945 nos coros mas havia muito movimento que os micros não captavam. “Tenho vindo a usar os Sennheiser e935 há vários anos com outros grupos”, adianta Hara. “É um microfone com uma excelente rejeição mas o seu padrão perdoa mais os movimentos. O som é bom e quente e mistura-se bem”. Por isso mesmo, os cardióides dinâmicos Sennheiser e935 foram mais uma vez escolhidos para captar os coros nesta nova digressão. Na preparação dos concertos, Hara e Divens quiseram começar de raiz para criar o som de bateria perfeito. Para evitar influenciar as escolhas decidiram fazer uma comparação cega com diferentes microfones. Começaram por instalar diferentes microfones de múltiplas marcas em simultâneo na bateria de Karppinen, sendo que apenas o seu assistente sabia quais eram, à medida que eles faziam sucessivas comparações A/B entre os diferentes modelos. Com uma escolha de pelo menos quatro modelos para cada peça da bateria, os microfones da Sennheiser ficaram sempre no topo. Contra múltiplos modelos de microfones considerados “clássicos” na tarola, por exemplo, o Sennheiser e905 foi um claro favorito pela forma honesta como captava, permitindo uma excelente mistura e uma base rítmica coesa. Na captação dos tom-tons, os Sennheiser e904 forneceram a sonoridade afirmativa que era necessário para afirmar “sim, nós podemos estar a cantar canções de amor, mas isto continua a ser heavy-metal”. Muito embora a sonoridade fosse o principal critério, Hara ficou também satisfeito pelos microfones da Sennheiser serem os mais robustos dos concorrentes. “Atrevo-me a dizer que os microfones da Sennheiser são os únicos que aguentam os abusos de Mika”, brinca. “As garras de fixação robustas dos e904 tornam toda a instalação mais fiável e eficiente”. O baixista Mikko Paananen usa uma DI da Avalon, enquanto o guitarrista Mikko Lindström usa um amplificador combo com uma excelente combinação de microfones para captar os rugidos e as nuances da sua coluna Laney. Um microfone de condensador de diafragma largo fornece o ambiente sónico para complementar o detalhe e espessura do Sennheiser e906 na captação directa da coluna. “Eu próprio tenho um par de e906 em casa”, confessa Hara. “Sempre gostei deste som espesso e da forma como se mistura facilmente sem se sobrepor aos outros instrumentos”. Em antecipação da tournée, Hara decidiu também renovar os sistemas de monição pessoal dos HIM com um sistema wireless. “A série G3 da Sennheiser está tecnologicamente à frente nesse campo”, afirma Hara. O sistema usa uma antena Sennheiser A5000 CP e um combinador Sennheiser AC 3200 juntamente com oito emissores Sennheiser SR 300 IEM G3. Doze receptores Sennheiser EK 300 IEM G3 fornecem o sinal aos músicos e aos técnicos. “Estou extremamente satisfeito com o desempenho dos sistemas wireless da nova série G3 da Sennheiser. Teríamos que nos esforçar bastante para conseguir que algo falhasse! Nunca estivemos sequer perto de ter um problema durante um espectáculo. E também gosto muito do facto de o software de gestão correr nativamente num Mac”.
Fonte: http://www.paudio.com.pt/article.php?a=982www.magnelusa.ptwww.sennheiser.com |
Posted by tatianaf on Jul 23, 2010 | Uncategorized | Comments? None yet







